Entrevista: Melanie Para “Vogue Magazine”

Entrevista: Melanie Para “Vogue Magazine”

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Melanie Martinez é como uma estrela pop arrancado da imaginação do Dr. Seuss: The 21-year-old cantor e compositor usa arcos de cabelo de tamanho grande e um lábio colorido brilhante, e ela às vezes pinta lágrimas gráficos em suas bochechas. Mas há uma complexidade atrás de sua estética boneca. Sua música diz contos de abuso de drogas, depressão e disfunção familiar através da ótica de uma adolescente de olhos arregalados. álbum de estréia 2015 do Martinez, Cry Baby (que também é o nome do alter ego do cantor), detalha as crises existenciais que se enfrenta no limiar da idade adulta. As letras são uma mistura torcida de ingenuidade da infância, angústia adolescente, e apatia adulto, todos os quais são cantadas sobre sintetizadores assustador e batidas de hip-hop contundente.

Não demorou muito para Martinez para desenvolver sua base de fãs muito leais, que está agora milhões de profundidade. Seu primeiro e único álbum foi certificado ouro, e ela tem planos para uma segunda turnê no outono. Ao todo, ela percorreu um longo caminho desde que ela entrou no escritório de Atlantic Records usando um colar feito de partes de bonecas e cabelo tingido duas cores-an diferentes estética que ela pegou de Cruella de Vil. Nós falamos com o pop maior anomalia um dia antes de ela jogou Lollapalooza sobre a fantasia versus realidade eo que podemos esperar do seu segundo álbum.

ENTREVISTADOR: tive o prazer de ver você tocar seu set no Panorama. Você já chegou a ver outra pessoa tocar?

MM: Eu realmente não vi ninguém tocar no panorama eu tenho um problema muito sério com ansiedade depois que me apresento. Eu só preciso relaxar e fumar maconha, ou ver alguns desenhos. Eu não sou uma pessoa que socializa muito com conversas nos festivais, mas eu gosto disso. Mas eu espero ver algumas pessoas amanhã [no Lollapalooza]. Kehlani é uma boa amiga minha, ela estará se apresentando amanhã também, eu acho que ao mesmo tempo que eu, mas em outro palco. Eu não sei se irei conseguir vê-la, eu estou muito chateada com isso porque ela é incrível.

ENTREVISTADOR: Muitos artistas ficam muito nervosos antes das performances, mas você disse que fica depois delas. Por que isso?

MM: Eu não sei. Eu tenho ansiedade todo tempo, tipo agora, durante entrevistas. Eu só preciso relaxar com frequencia, eu acho. Após o Panorama, aquele dia foi muito quente então eu estava muito focada em achar um ar-condicionado [risos]. Esse foi o primeiro pensamento da minha mente

ENTREVISTADOR: Você criou uma personagem no seu primeiro álbum Cry Baby. O quão perto essa personagem se assemelha na sua realidade? 

MM: Bom, eu já sabia há algum tempo que eu queria nomear meu primeiro álbum de Cry Baby. Eu realmente não sei porque. Quando eu comecei a pensar mai sobre isso e realizá-lo eu o chamei de Cry Baby pois quando eu era mais nova eu era excessivamente emocional. Crescendo, eu me sinto como se um monte de pessoas fossem ensinadas a saber que ser emocional é uma fraqueza, e eu realmente queria superar minhas inseguranças com o sentimento de sair do controle com minhas emoções. Eu queria escrever uma música que ajudasse com isso e “Cry Baby” é a música. Eu sinto como se fosse eu. Foi apenas uma auto-descrição de como eu sempre me senti a vida toda.

ENTREVISTADOR: Desde a personagem representativa de você e suas emoções, as suas músicas são todas baseadas na sua vida também?

MM: Eu continuei a escrever as músicas com essa temática infantil, mas sempre garantir que tenha algo adulto por trás de tudo, ou uma história adulta ou uma situação. Há algumas músicas, como Dollhouse, Tag You’re It, Milk And Cookies- Essas músicas eu não tenho uma conexão pessoal com o assunto. Eu tenho uma boa vida familiar, meu parentes são super solidários em tudo o que quero fazer, e eu sou muito grata por isso. Mas eu tenho amigos que passam por isso em suas vidas, e eu não escrever sobre coisas e pessoas porque é um assunto desconfortável ou deprimente ou coisa do tipo. Pra mim, é muito importante que todos tenham uma música na qual possam se conectar e a música vai ajudá-los. Porque a música pra mim é uma terapia, e quero que minha música seja terapia para alguém.

ENTREVISTADOR: Qual música mais íntima pra você?

MM: Mrs. Potato Head, porque essa música e sobre o sentimento de mudar como você parece para caber em um determinado padrão, mas a ideia veio da “Senhora cabeça de babata” de como ela consegue mudar seu rosto trocando as peças dele. Isso parece muito com uma cirurgia plástica. Quando eu escrevi esta música eu estava passando por muitas inseguranças pessoais de como eu parecia para as pessoas, e foi um lembrete de que eu sou bonita do meu jeito, naturalmente, mesmo quando eu não me sentir assim. Eu queria passar essa mensagem para outras mulheres que estão lutando com a mesma coisa…ainda existem pessoas no mundo que precisam de música para conectar-se e ajudá-los com batalhas diárias.

ENTREVISTADOR:  Você tem uma fã base extremamente fervorosa. Quem você acha que está se conectando com a sua música?

MM: Eu tenho uma boa ideia das pessoas que escutam as minhas músicas, porque eu conheci muitos deles em turnê, pessoas quais lutavam contra a depressão ou tentativas de suicídio. Você sabe, isso é esmagador, conhecer pessoas que estão emocionalmente envolvidas e sendo ajudadas pela música profundamente. E isso me afeta emocionalmente porque eu sei como é se sentir assim…então encontrar e compartilhar esses tipos de sentimentos é emocionalmente desgastantes algumas vezes.

ENTREVISTADOR:  Em média, qual a idade dos seus fãs?

MM: Entre os 13 e 18 anos, mas também há um monte de pessoas mais velhas que vem com seus filhos e também se relacionam com a música de uma forma que não parece…bom, nao sei como explicar isso, houveram crianças de 8 anos que foram aos shows por conta da estética e cores, ou as histórias e o visual no geral, seus pais podes estar lá para entender a letra das musicas, ver o conteúdo por trás das letras como as crianças não fazem.

ENTREVISTADOR: Olhando mais a frente, você vai sempre cantar como Cry Baby?

MM: Cry Baby é uma do meu coração de uma forma que eu sentir tão conectada ao personagem, ou como eu sou a personagem. Eu realmente quero me certificar de que todos os meus álbuns se liguem e contam uma história maior no final. Quero que este seja apenas o começo da história da Cry Baby. Para o próximo álbum, não posso dizer o que é chamado, mas basicamente é feito tanto quanto as músicas são. Escrevi-os, mas ainda tem que ser terminado e está sendo produzido. O segundo álbum é sobre a cidade na qual a Cry Baby vive. É sobre sua experiência neste lugar do começo ao fim, e também está introduzindo outros personagens naquele lugar. Então não posso dizer o que é o lugar, mas esse lugar é o nome do álbum.

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